
Com seu famoso motor de quatro cilindros em linha de 998 cm³, a superesportiva japonesa traz equipamentos vindos diretamente do Mundial de Superbike, como o Controle Eletrônico de Suspensão (KECS, Kawasaki Electronic Control Suspension).
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Desenvolvido em conjunto com a Showa, o KECS adiciona amortecimento controlado eletronicamente na dianteira e na traseira em um sistema semi-ativo que adapta em tempo real as condições do trajeto e da condução à quantidade ideal de amortecimento exigida para cada momento. Segundo a marca, o sistema oferece flexibilidade para lidar com uma ampla gama de situações de condução em ruas e estradas e o firme amortecimento necessário para a pilotagem em pista, melhorando, inclusive, a aderência dos pneus em curvas.
Outra novidade é o câmbio assistido quickshift, que permite subir e descer marchas sem utilizar a embreagem, para que o piloto possa aproveitar seus 210 cv de potência máxima a 13 000 rpm, já com o sistema RAM Air em funcionamento e os 11,6 kgf.m de torque nos 11 500 giros. O preço sugerido é de R$ 93 990.
Estilo café racer

O coração é o coração da Z900 RS é o mesmo tetracilíndrico de 948 cm³ arrefecido a líquido com comando duplo no cabeçote (DOHC). Mas, com potência máxima reduzida de 125 para 111 cv a 8.500 rpm, enquanto o torque máximo se mantém nos 10 kgf.m da Z900 que conhecemos, mas chega mais cedo, aos 6.500 giros.
Assim como na naked convencional, freios ABS, controle de tração e dois modos de pilotagem fazem parte do pacote. A moto chega pelo preço sugerido de R$ 49 990, que é 1 000 a mais do que o da Z900 RS já disponível.

















