Ducati Panigale V4 R (1)
Ducati

4 pontos sobre a Ducati Panigale V4 R, a moto mais cara do Brasil

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  • Publicado: 29/10/2023
  • Atualizado: 31/10/2023 às 18:38
  • Por: Willian Teixeira

Lançada pela Ducati no Brasil há alguns dias, a Panigale V4 R tornou-se uma das motocicletas mais diferenciadas do nosso mercado. Afinal, a superbike italiana consegue entregar insanos 240 cv, tem componentes desenvolvidos nas pistas – seu habitat – e terá somente duas unidades ofertadas por aqui, o que, de certo, garante uma exclusividade.

A seguir, vamos listar 4 pontos sobre a mais recente novidade da Ducati do Brasil:

  1. Exclusivíssima: Como dissemos no parágrafo de abertura deste texto, serão oferecidas apenas duas unidades da Panigale V4 R no Brasil. Consultamos a assessoria de imprensa da marca e a informação que obtivemos é que não há a possibilidade de desembarcarem outras unidades da moto por aqui. Ou seja, apenas dois sortudos motociclistas terão a oportunidade de guardá-las em sua garagem. Se você for um deles, corra, pois os pedidos serão aceitos até o final deste mês.
  2. A moto mais cara do Brasil: Lançada por meros R$ 690.000, a Ducati Panigale V4 R assumiu a etiqueta de moto com o maior valor do mercado brasileiro, posto antes ocupado pela exclusiva MV Agusta Rush 1000, cuja pedida para levá-la para casa foi de R$ 590.000. Valor que definitivamente é para poucos.
  3. Tecnologias das pistas: Apesar de ter homologação para as ruas, seu cenário mais frequente certamente será um autódromo. E ela tem atributos suficientes para fazer muito feliz quem está atrás de seu guidão, visto que a máquina importa recursos da MotoGP, do WorldSBK e até mesmo da F1, como controle de velocidade em box, bielas do motor em DLC para reduzir o atrito, conjunto aerodinâmico, além de relação de marchas e eletrônica derivadas das motos das competições.
  4. Menos atrito e mais potência: Segundo a Ducati, a nova Panigale V4 R é capaz de alcançar 240,5 cv de potência máxima com a combinação do escapamento de competição e do lubrificante desenvolvido especialmente pela Shell para o modelo, reduzindo em 10% o atrito das peças e aprimorando sua performance. Além disso, as árvores de came que possuem válvulas de entrada reposicionadas, mais altas para melhorar a eficiência, assim como os coletores de admissão, mais curtos, para se aproveitarem desta nova característica da moto. Em sua configuração ‘padrão’ – se é que podemos dar um nome desses a qualquer característica desta máquina – homologada para a Europa, são entregues 218 cv.

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