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Trocar a lâmpada da moto: o que pode? O que não pode?

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  • Publicado: 19/12/2018
  • Atualizado: 28/01/2019 às 16:43
  • Por: Carlos Bazela

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Conteúdo Patrocinado / Philips
Substituir a lâmpada da motocicleta ainda gera muitas dúvidas na cabeça dos motociclistas. Embora muitos tenham como consenso trocar por uma Standard (convencional), por ser a opção mais em conta, dois aspectos devem ser levados em consideração. O primeiro é que as lâmpadas não são todas iguais. Uma lâmpada de baixa qualidade se desgasta mais precocemente e não ilumina de forma adequada, o famoso barato que sai caro. O segundo aspecto é: existem lâmpadas de melhor desempenho que as originais de fábrica. Por isso, há quem aproveite para fazer aquele upgrade na iluminação da moto. Mas, afinal, o que pode e o que não pode na hora de trocar a lâmpada do farol?

Segundo Leonardo Figueiredo, gerente de produto da Lumileds, divisão de lâmpadas automotivas da Philips, é possível substituir a lâmpada original por outra com mais benefícios para o motociclista. “O Código de Trânsito Brasileiro permite a troca por lâmpadas que ofereçam mais benefícios para o consumidor como: luz mais branca, mais luz ou mais durabilidade”, comenta.

DR. Farol, Philips, lâmpada, halógena, o que pode, o que não pode, Lumileds, Contran, Conselho Nacional de Trânsito, Código de Trânsito Brasileiro, X-tremeVision Moto, MotoVision, ExtraDuty, HighPerformance, BlueVision Moto, CrystalVision Moto,Entre as lâmpadas halógenas, a X-tremeVision Motoaté 130% mais visibilidade do que a lâmpada original, sem ofuscar. A MotoVision diferencia a moto no retrovisor com um efeito alaranjado – fundamental para quem anda em vias congestionadas e corredores — e dá 30% mais visibilidade para o motociclista. A ExtraDuty e a HighPerformance duram mais, visto que tem melhorias na resistência às vibrações, já a BlueVision Moto e a CrystalVision Moto dão mais estilo, porque deixam o visual dos faróis mais brancos, com aspecto mais moderno.

Na troca de uma lâmpada halógena por outra do mesmo tipo, cabe ao motociclista checar no manual do usuário o tipo da lâmpada e procedimentos de encaixe. O especialista da Lumileds diz ainda que o certo para esse tipo de troca é que a lâmpada nova tenha o mesmo tipo de encaixe e potência da original. Mas o que mais gera dúvidas na cabeça do motociclista se deve à troca de tecnologia. A troca das halógenas por lâmpadas de tecnologia LED é permitida, e tem se transformado em tendência, já que o LED combina mais visibilidade, estilo e durabilidade no mesmo produto. Cabe, no entanto, constar no documento da moto a mudança na tecnologia de iluminação. Já a conversão do sistema com lâmpadas de xenon, ressalta Figueiredo, é terminantemente proibida pelo, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), desde 2011.

Agora, você já não fica mais em dúvida sobre o que pode ou não fazer ao trocar a lâmpada da sua moto. Iluminação é um item fundamental na segurança e as tecnologias desenvolvidas pela Philips transformam não só o visual, mas também garantem a liberdade de pilotar com um sistema confiável e seguro de iluminação.