O pódio da MotoGP em Goiânia vai além da corrida: será um símbolo de identidade brasileira. Os vencedores vão erguer um troféu de 39 cm que mistura velocidade, design e elementos do cerrado.
Produzido em resina com pó de alumínio, o troféu une referências da carenagem das motos da MotoGP à coruja-buraqueira, um dos ícones da fauna nacional. O acabamento varia entre ouro, prata e bronze, com detalhes nas cores da bandeira do Brasil.
No domingo, 22 de março, pilotos de MotoGP, Moto2 e Moto3 sobem ao pódio para receber uma peça que traduz visualmente o encontro entre o asfalto e o cerrado.

Pesando cerca de 2,5 kg, o troféu destaca a coruja-buraqueira em versão estilizada, integrada às asas aerodinâmicas típicas da categoria principal.
O desenho do troféu da MotoGP segue a silhueta da carenagem frontal das motos — e passa a sensação de movimento mesmo parado, como se estivesse pronto para acelerar.
Os detalhes em verde, azul e amarelo contrastam com o preto fosco do corpo. Já o acabamento em folha de ouro, prata ou bronze define a posição de cada piloto no pódio.
A lógica é simples: todos querem o dourado. Ainda assim, prata e bronze continuam representando um lugar entre os melhores do mundo.
A peça é assinada pelo Custom Lab, do designer Allan Alves, nome ligado ao universo da velocidade e das competições.
O estúdio já havia criado, em 2021, o troféu da Fórmula 1 em São Paulo. Agora, estreia no cenário das duas rodas.
“Tive total liberdade e traduzi a moto na pista sem esquecer o cerrado”, afirma Allan.
Mais do que um prêmio, o troféu reforça a presença do Brasil no retorno da MotoGP — inclusive no pódio.