As motos seguem em alta no Brasil! Em setembro, o segmento foi o único da indústria nacional de veículos a apresentar alta nos emplacamentos na comparação com agosto.
Segundo o último levantamento apresentado pela Fenabrave, a entidade que reúne as associações de concessionários, o mês fechou com 108.848 motocicletas emplacadas, terceiro melhor resultado do ano.
Presença frequente no top-3 das marcas com mais emplacamentos, Shineray aposta em moto city com visual retrô para elevar participação no mercado brasileiro (Arquivo)
Os emplacamentos de motos no período avançaram 5,98% em relação a agosto, quando 102.708 unidades foram registradas. Na comparação com o mesmo mês de 2020, que teve 99.625 unidades emplacadas, a alta é de 9,26%.
Em setembro, o setor como um todo registrou retração de 4,43% na comparação com agosto, enquanto em relação a setembro de 2020 a queda foi de 14,37%. O total de veículos emplacados no mês foi de 281.054 unidades.
Voltando a falar de motos, o segmento acumula 841.481 unidades licenciadas de janeiro a setembro, um avanço de 33,34% sobre as 631.070 motocicletas emplacadas em igual período de 2020.
“A produção está sendo absorvida pelo mercado. A procura por motos cresceu na pandemia e é interessante observar como essa tendência ficará no futuro, especialmente nas grandes cidades”, diz Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.
A entidade destaca que as aprovações de crédito tem girado em 4,8 cadastros a cada 10 enviados aos bancos, e projeta um crescimento de 22,9% em 2021, superando as estimativas anteriores, que eram de 16,2% previstos em julho e 17,7% nas projeções divulgadas pela Fenabrave em janeiro.
Confira a galeria das 20 motos mais emplacadas em setembro
20º Honda ADV: o scooter aventureiro registrou 823 emplacamentos em setembro. No acumulado do ano são 8.831 unidades. (Renato Durães)
19º Yamaha NEO 125: o scooter de entrada da marca dos diapasões teve 911 unidades emplacadas em setembro, enquanto no acumulado do ano foram licenciadas 10.184 unidades (Arquivo)
18º Shineray XY 50: a cinquentinha da marca chinesa com fábrica em Pernambuco teve 967 unidades emplacadas em setembro. No acumulado do ano foram registrados 7.022 emplacamentos (Arquivo)
17º Yamaha MT-03: líder no segmento das nakeds, a moto da família Master of Torque contabilizou 1.045 emplacamentos em setembro. No acumulado do ano foram licenciadas 7.444 unidades (Arquivo)
16º Yamaha Fazer 150: o modelo teve 1.584 emplacamentos em setembro. No acumulado do ano são 12.524 unidades registradas (Renato Durães)
15º Yamaha YBR 125 Factor: a city da marca dos diapasões teve 1.624 emplacamentos em setembro, enquanto no acumulado do ano foram emplacadas 9.524 unidades (Arquivo)
14º Yamaha NMAX: foram emplacadas 1.679 unidades do scooter em setembro, enquanto no acumulado do ano são 15.430 emplacamentos (Renato Durães)
13º Honda XRE 190: a XRE de entrada teve 1.841 emplacamentos em setembro, enquanto no acumulado do ano foram registradas 16.598 unidades (Renato Durães)
12º Yamaha Lander 250: o modelo soma 2.189 emplacamentos em setembro e 15.533 no acumulado do ano (Renato Durães)
11º Honda Elite 125: 2.640 unidades do scooter de entrada da marca da asa foram registradas em setembro. No acumulado do ano são 14.837 unidades. (Renato Durães)
10º Honda XRE 300: em setembro foram emplacadas 2.832 unidades. De janeiro a setembro, a trail soma 21.439 emplacamentos (Arquivo)
9º Honda PCX 150: o scooter mais vendido do Brasil contabiliza 2.857 unidades emplacadas em setembro. No acumulado do ano são 21.365 unidades (Arquivo)
8º Yamaha Fazer 250: o modelo registrou 3.163 unidades emplacadas em setembro. De janeiro a setembro foram licenciadas 24.371 unidades (Arquivo)
7º Yamaha YBR 150 Factor: 3.337 unidades da city produzida pela marca dos diapasões foram emplacadas em setembro. No acumulado do ano foram registradas 24.189 unidades (Divulgação)
6º Yamaha XTZ150 Crosser: a trail de entrada da marca dos diapasões teve 3.417 emplacamentos em setembro, enquanto no acumulado do ano foram emplacadas 24.381 unidades (Renato Durães)
5º Honda CB 250F Twister: em setembro o modelo teve 4.132 emplacamentos, enquanto no acumulado do ano foram registradas 29.099 unidades (Renato Durães)
4º Honda Pop 110i: o CUB de entrada da marca japonesa teve 9.524 emplacamentos em setembro. No acumulado do ano são 75.310 unidades registradas (Renato Durães)
3º Honda NXR160 Bros: a trail de entrada da Honda soma 12.355 emplacamentos em setembro e 92.102 no acumulado do ano (Arquivo)
2º Honda Biz: as duas versões do CUB tiveram 14.383 unidades emplacadas em setembro, enquanto no acumulado do ano foram licenciadas 113.723 unidades. (Arquivo)
1º Honda CG 160: a moto mais vendida do Brasil contabilizou 29.063 unidades emplacadas em setembro. No acumulado do ano são 227.410 unidades licenciadas (Renato Durães)
Participação de mercado por marcas
Na participação por marcas a Honda segue isolada na liderança, com mais de 634 mil motos emplacadas no ano, o equivalente a 75% do mercado nacional. Na sequência aparece a Yamaha, com 152 mil motos licenciadas e 18% de market share, resultado que só não foi melhor por causa da paralisação das atividades da empresa em maio e setembro por falta de componentes.
Mesmo com pausas na produção por falta de componentes, Yamaha segue na vice-liderança de emplacamentos (Arquivo)
Depois aparecem Shineray (9.631 motos emplacadas e 1,14% do mercado), BMW (9.070 unidades / 1,08% do mercado) e Kawasaki (6.779 unidades / 1,08% de market share).
Também merece destaque o desempenho da Royal Enfield, que aparece no 7º lugar, com 4,657 unidades emplacadas de janeiro a setembro, um avanço de 185% sobre o mesmo período do ano passado. Esse crescimento da marca, que aparece à frente de Dafra e Triumph no ranking, é reflexo do aumento do portfólio de produtos e da expansão da rede, composta atualmente por 20 concessionários no país.
Com expansão da rede e novos produtos em seu line-up, Royal Enfield vem apresentando crescimento no total de emplacamentos (Arquivo)
Em agosto, a marca de origem inglesa e que atualmente é controlada por indianos teve 1.038 unidades emplacadas, seu melhor resultado desde o início das atividades no Brasil, em 2017.
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