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Respondemos 12 dúvidas sobre a Royal Enfield Himalayan

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  • Publicado: 07/05/2019
  • Atualizado: 08/05/2019 às 17:57
  • Por: Marcelo Barros

Participamos do ride em comemoração ao bom início de vendas da Royal Enfield Himalayan no Brasil, que até abril vendeu 155 unidades, de acordo com a Fenabrave. Abrimos no nosso perfil no Instagram, o @motociclismo_br, uma postagem pedindo por dúvidas dos nossos leitores sobre essa motocicleta. Aqui estão as perguntas e as respectivas respostas.

Já vende no Brasil? Qual o preço? É boa? (Perguntas do @chicoguimaraes)

Sim, a Royal Enfield Himalayan já é vendida no Brasil e custa R$ 18.990. Sim, resumindo muito, é uma boa moto dentro da sua proposta. Para quem já provou as motos da linha 500 (Classic, Bullet  e  Continental GT  535), verá uma grande diferença. É o primeiro novo projeto da fase atual da Royal Enfield, sob gestão dos indianos do grupo Eicher Motors.

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Velocidade de cruzeiro? Média de consumo? (Pergunta do @justinoguitars)

Ela anda bem, com o motor trabalhando sem esforço, até 120 km/h em quinta marcha, com cerca de 6.000 rpm. Média de consumo ficou em 29 km/l. O motor dela não é flex, alimentada somente com gasolina.

Qual o valor das revisões e qual a periodicidade? (Pergunta do @_ronald_lopes_)

O intervalo de manutenção da Himalayan é de 5.000 km. A primeira revisão é com 500 km e custa R$ 431, a segunda revisão é com 5.000 km e custa R$ 210. A terceira revisão, com 10.000 km e custa R$ 592. Preços da concessionária Royal Enfield SP. Podem variar da concessionária. Hoje a marca tem concessionárias em São Paulo e Brasília. A próxima será inaugurada em Curitiba.

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O andar dela é melhor do que o visual “ferro de portão”? (Pergunta do @mac.nery)

Sim, ela anda bem para sua proposta e o visual é original, meio “Mad Max”, meio pós-apocalíptico, não lembra nenhuma outra moto, sendo propositalmente bem clássico. Durante o desenvolvimento, um outro caminho pensado lembrava bastante as Ducati Scrambler, com visual mais moderno, menos retrô, ai decidiram pelo apelo bem mais clássico, para não perder a identidade que trouxe sua fama. Na Índia, a Royal Enfield vende mais que 800 mil motos por ano, quase o mercado de motos brasileiro inteiro! A decisão deles é justificável.

Vale a pena como a primeira moto? (Pergunta enviara por @nilton0303)

Depende do que você procura, o que espera de uma motocicleta. Um porém para indicar ela como primeira moto é seu peso cheio de 191 kg, que considero elevado para um iniciante. Se for cauteloso com esse detalhe, e buscar um curso de pilotagem defensiva – antes de um curso de off road para explorar tudo que essa moto é capaz – vai se dar bem com ela.

Consigo fazer uns 300 km com garupa sem o fazer sofrer mantendo 120 km/h? (Pergunta enviada por @ma_dbartke)

Se fizer paradas rápidas para relaxar, em média a cada 100 km, sem problemas. Isso na verdade vale para qualquer moto na estrada. O assento tem bastante espuma, mas depende de como se sente quem vai na sua garupa muito mais do que o nível de conforto da moto. Se usar outras motos como referência para comparação, ela perde em conforto para a Yamaha Lander 250 ABS.

Quantos cilindros e quantos cv tem essa moto? (Pergunta enviada por @douglasrafsilva)
Peso, potência e torque? (Pergunta enviada por @vieirac1)

Tem um cilindro de 411 cm³ de cilindrada. O peso cheio é de 191 kg. Potência e torque máximos declarados são respectivamente 24,8 cv e 3,26 kgf.m. Avaliamos ela no nosso dinamômetro e deu 20,6 cv de potência a 5.880 rpm, com pico de torque de 2,93 kgf.m a 4.610 rpm.

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Esquenta? E o consumo de combustível é na casa dos 30 km/l?  (Pergunta enviada por @tiagohazevedo)

Em um dia quente e preso no trânsito da cidade, o calor do motor pode incomodar um pouco, pois é um grande monocilíndrico de 411 cm³ arrefecido a ar. Já a média de consumo ficou em 29 km/l.

O que é a alavanca no punho esquerdo? (Pergunta enviada por @william_sguimaraes)

É um afogador! Quando acionado, sobe a rpm da motocicleta. Vale esclarecer que o projeto original da Himalayan é alimentado por carburador. O motor ganhou o sistema de injeção eletrônica para atender as leis de emissões de poluentes da Europa, Estados Unidos e claro, do Brasil. Ele foi mantido, funciona, mas com a injeção eletrônica ele não é necessário, ou talvez seja só no inverno forte, lá no Sul do Brasil.

Qual o valor na concessionária? Qual o consumo está fazendo nela? Os aros são de alumínio? Esses seus 195 kg atrapalham no desempenho? (Perguntas enviadas por @carlosedusd)

Na concessionária de São Paulo custa R$ 18.990. O consumo em uso misto entre cidade e estrada ficou em 29 km/l e os aros são em alumínio. E aproveitando, na verdade o peso cheio é de 191 kg, não 195 kg como mencionou.

Quando vem a versão na cor granite? (Pergunta enviada por @lucas_rosa)

A marca não fala sobre isso. Nosso palpite é que chegue como cor do modelo 2020 da Himalayan. Outras marcas também trabalham assim liberando novas cores quando muda o ano do modelo.