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Yamaha tem problemas com testes de emissões no Japão

Autor: Carlos Bazela


Yamaha, emissão de poluentes, governo, Japão, problemas, moto, testes, Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão, Iwata, Kobe Steel, Mitsubishi Materials, Toray Industries, Suzuki, Mazda, Subaru, Nissan, dieselgate, motociclismo, Motociclismo Online, Revista MotociclismoAo todo, cinco empresas japonesas tiveram erros apontados em seus testes de emissões de poluentes e economia de combustível, segundo o Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do país asiático. E a Yamaha é uma delas. Subaru, Nissan, a divisão de carros da Suzuki e a Mazda também foram citadas. Segundo a Agência Reuters, tudo começou após a Kobe Steel, Mitsubishi Materials e a Toray Industries, todas fornecedoras de componentes para a indústria automobilística, admitiram “fabricar” dados no último ano.

Na ultima quinta-feira, dia 09 de agosto, a Yamaha divulgou um comunicado oficial – que está disponível aqui, em inglês – explicando a situação. Segundo a casa de Iwata, “foi feita uma revisão nos processos de inspeção das emissões de poluentes a pedido do Ministério da Terra, Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão e essa revisão mostrou que a marca falhou em não excluir resultados de testes com “margem de erro”, nos quais a velocidade e os limites de tempo aplicados estavam excedendo os padrões, e os tratou como válidos”, comenta o texto.

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A nota diz ainda que “além da falha em excluir os resultados dos testes em questão, não foi encontrada nenhuma manipulação de dados ou quebra de regulamento”. A Yamaha ainda conta que excluiu os sete resultados em questão – sem revelar a quais modelos eles se referiam – refez os testes e que todos os padrões de emissões foram atingidos. A marca ainda disse que inseriu novos processos que tornam a validação desse tipo de teste ainda mais rígida para evitar que o problema ocorra novamente.

A Yamaha termina a nota “se desculpando sinceramente com todos os clientes, parceiros ou outros grupos de interesse, cujos resultados dessas ocorrências possa ter gerado algum inconveniente”. Será que acabou aí ou teremos algo parecido com o “Dieselgate”, que estourou nos EUA com os carros alemães em 2015?

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