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Mercado de motos fecha semestre no azul e revê previsões

Autor: Carlos Bazela


Vendas, motos, produção, Manaus, Abraciclo, números, PIM, Renavam, greve dos caminhoneiros, motociclismo, Motociclismo Online, Revista Motociclismo, mercado, mercado de motos, vendas de motos, produção, metas, revisãoO segmento brasileiro de duas rodas está oficialmente de volta nos trilhos. No primeiro semestre do ano, o número de emplacamentos registrado, segundo dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), foi de 456 729, um aumento de 6,9% sobre o mesmo período do ano passado, no qual foram emplacadas 427 198 motocicletas.

O mês de junho sozinho também apresentou crescimento de 3,3% em relação a 2017. Foram 74 069 unidades contra 71 734. Para Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), os números registrados até o momento consolidam, definitivamente, a retomada da indústria de Duas Rodas. “Fatores como ampliação da oferta de crédito e estabilidade dos índices macroeconômicos, além de uma maior participação do consórcio têm sido fundamentais para a evolução dos negócios”, comenta o executivo.

Os meses de crescimento contínuo fizeram com que a entidade revisasse suas metas de encerramento do ano, aumentando os números previstos para 2018. Se antes a Abraciclo acreditava que as vendas de motocicletas novas não passariam de 865 mil unidades, representando um crescimento de apenas 1,6% em relação a 2017, as novas projeções já falam em crescer 7,5% comparado com o ano passado, atingindo um montante de 915 mil motos comercializadas. O ano de 2017 terminou com 851 013 motos vendidas.

O número de unidades produzidas também foi revisto de 935 mil para 980 mil neste ano, o que significa um aumento de 11% sobre 2017. Para se ter ideia, só neste semestre, foram produzidas 494 684 motocicletas, enquanto o número do mesmo período do ano passado foi de 423 750. Sobre a produção de junho, o presidente da Abraciclo acredita que foi prejudicada pela greve dos caminhoneiros “Este acontecimento contribuiu para o desabastecimento das fábricas e afetou diretamente a distribuição de motocicletas e o recebimento de insumos”, diz Marcos Fermanian. No mês passado, foram produzidas 50 118 motos, uma queda de 0,3% se compararmos com maio e de 48,1% se colocarmos frente às 96 607, que saíram das linhas de montagem em junho de 2017.

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