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Modernidade retrô: onde nascem as novas Royal Enfield

Autor: Carlos Bazela


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A Royal Enfield se esforça para se manter fiel às suas origens e isso se reflete nos modelos que produz. Sem sair do estilo clássico, a marca anglo-indiana se inspira nas velozes café racers de antigamente e presta homenagem aos lugares situações que ajudaram a construir sua história até na variedade de cores disponíveis dos seus modelos.

Contudo, isso não significa que a marca esteja fechada para o novo. A principal prova disso é o UKTC, que significa Centro Tecnológico do Reino Unido, na sigla em inglês e, embora toda a área fabril da marca esteja concentrada na região indiana de Chennai, onde a marca conta com outra planta focada no desenvolvimento, a Royal quis que seus modelos mais recentes herdassem o mesmo DNA de antigamente e ergueu a unidade instalada em Leicestershire, novo polo automotivo inglês, como outrora foi a região de Birmingham, onde a marca nasceu em 1901.

Em funcionamento desde 2015, o UKTC conta com 120 engenheiros trabalhando em um prédio de 3 000 metros quadrados de área, dividido em dois andares. Com estética industrial contemporânea e futurista, o local é espaçoso e oferece uma estrutura de trabalho aos colaboradores que compreende um estúdio para desenvolvimento de design industrial, motor, eletricidade, chassi, pintura, metal, além de uma loja modelo.

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Uma das novidades produzidas pela parceria entre o UKTC e o centro de Chennai foi mostrada ao mundo na última edição do EICMA, o Salão de Motos de Milão, na Itália: o novo motor bicilíndrico. Usando o slogan “One heart, two souls” (um coração, duas almas), a Royal apresentou o propulsor de 648 cm³, OHC, com 8 válvulas, arrefecido a ar e óleo. A marca declara 47 cv de potência máxima e pico de torque em 5,3 kgf.m. Na ocasião, também foram mostradas as novas Interceptor 650 e Continental GT 650, que utilizam o novo motor de dois cilindros, mas ainda não têm data certa para chegar ao nosso mercado.

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