Boa durabilidade da lâmpada evita multas e apreensão da CNH

Autor: Carlos Bazela


Conteúdo Patrocinado – Phillips /Doutor Farol

Sven Schellinger, o Dr Farol, é o especialista em lâmpadas automotivas da Phillips

Manter o farol da motocicleta aceso tanto em vias urbanas como em rodovias é, além de obrigatório por lei, uma prática efetiva para elevar a segurança, afinal a luz emitida permite ao motociclista ser visto com mais facilidade. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), artigo 244 inciso IV, conduzir motocicleta, motoneta e ciclomotor com os faróis apagados é infração gravíssima, multa de R$ 293,47 e suspensão do direito de dirigir com o recolhimento do documento de habilitação.

E você pode até pensar: “Mas o farol da minha moto acende sozinho”. Ok, mas mesmo eliminando o esquecimento, o maior problema é com lâmpadas queimadas. Uma queima durante uma viagem ou em períodos noturnos é uma dor de cabeça e, por isso, o motociclista precavido adota medidas que o mantém seguro e sem preocupações. Para evitar ser surpreendido com a queima da lâmpada e correr riscos desnecessários, o mercado de autopeças conta com algumas opções de lâmpadas da marca Philips que foram desenvolvidas para elevar a durabilidade.

Da linha 2018 da Philips, uma excelente opção que combina durabilidade e estilo com projeção da luz branca é a Philips CrystalVision moto. Resistente à vibração em até 20G no tipo H4 (35/35W) e de até 10G nas versões H4 (60/55W) e H7, a lâmpada traz a tecnologia, conhecida como ExtraDuty, que oferece uma fixação mais robusta do filamento no bulbo. Essa inovação foi desenvolvida levando em consideração as vibrações e impactos verticais mais severos de uma motocicleta que chega a ser cinco vezes maior que um automóvel. As hastes que seguram o filamento são mais estáveis, o que se traduz em melhor resistência.

E a vantagem para o motociclista que opta pela Philips CrystalVision moto é que, além de possuir uma lâmpada de alta durabilidade, vai mudar o estilo e personalizar a sua motocicleta. Isso porque a Philips CrystalVision moto também oferece o “efeito xenon extra”, ou seja, um visual azulado nos faróis, resultado da tecnologia exclusiva da marca “Gradient Coating” que assegura luz branca e brilhante com temperatura de cor de até 4.100K (para os tipos H4), com o mesmo consumo de energia que as lâmpadas convencionais de fábrica.

Outra alternativa é a Philips HighPerformance, disponível no formato de lâmpada HS1. Esta versão de 12V e 35/35W traz alta resistência às imperfeições da pista e aos buracos. Para os formatos de lâmpadas de motocicletas H4 (35/35W), o consumidor encontra a Philips ExtraDuty, lâmpada que leva o nome da tecnologia da marca, com quatro vezes mais resistência às vibrações, de até 20G, quando comparada com as convencionais de fábrica.

Todas as melhorias voltadas à durabilidade são obtidas por conta das tecnologias empregadas nas lâmpadas halógenas durante o processo de fabricação. Os produtos da marca Philips são produzidos ainda com vidro de quartzo UV que filtra os raios ultravioletas prejudiciais que podem danificar os faróis, evitando ainda o amarelamento da lente do conjunto ótico.

Quando o assunto é instalação, a troca é bastante simples e não requer qualquer adaptação elétrica, mas aconselhamos sempre, para não comprometer o sistema, usar a lâmpada compatível com a capacidade determinada pela fabricante da motocicleta. E não se esqueça: lâmpada que foca em durabilidade é sinônimo de segurança, evita multas e acidentes.


Comentários